Rádio Transamérica Internacional - Nagoya, Japão - A rádio da comunidade brasileira no Japão

O seguro de vida e a proteção familiar


por Carlos Nakao

O seguro é um contrato onde a seguradora se obriga durante certo período, a indenizar determinados sinistros. Para isso, exige do segurado um pagamento antecipado conhecido como prêmio. Assim o seguro é uma proteção financeira adquirida frente a determinados riscos. Evidentemente, não é possível cobrir todos os riscos que nos sujeitamos em nosso dia-a-dia, desta forma, devem ser priorizados aqueles que apresentem maior probabilidade e que gerem maior impacto em caso de concretização. Mas afinal, quais os riscos que merecem, de fato, esta importante cobertura?

Ao observar o mercado de seguros percebemos com clareza à noção de valor inserida em nossa cultura. Dados da Fenaseg - Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização - nos mostram que em 2005 os seguros de automóvel totalizaram prêmios de R$ 11,3 bilhões. No mesmo período os seguros de vida (excluindo VGBL e previdência) somaram R$ 7,5 bilhões. Se considerarmos que a frota brasileira é composta por aproximadamente 25 milhões de veículos e que a população total beira os 200 milhões de habitantes, estas cifras ficam ainda mais impressionantes. Será mesmo que as coberturas aos veículos são tão mais relevantes que as pessoais? Ou será que existe uma distorção de valores onde o veículo ocupa posição majoritária nas prioridades dos brasileiros?

Os seguros de vida são ferramentas fundamentais para a segurança financeira das famílias. Especialmente nos casos em que a renda esteja concentrada em poucos provedores (o pai, a mãe ou ambos) e haja muitos dependentes (filhos, avós ou outros que não gerem renda). Pense no que aconteceria a uma família com esta composição em uma eventual impossibilidade de trabalho dos provedores. Se não houver uma adequada reserva financeira de emergência - algo como um ano de despesas mensais familiares em aplicações de alta liquidez - as conseqüências podem ser drásticas. Portanto, nestas condições este risco merece ser coberto por um seguro de vida.

Os seguros de vida apresentam como coberturas mais freqüentes a morte natural ou acidental e a invalidez permanente ou parcial. Porém existem outras coberturas, desconhecidas da maioria da população, que podem ser bastante apropriadas. Por exemplo, a cobertura por doenças graves, em que ocorre a indenização em decorrência de diagnóstico de doenças específicas. Ou a cobertura por perda de renda, em que ocorre a indenização em caso de perda de emprego.

Portanto repense a hipótese de segurar, além do seu carro, a sua própria vida. O futuro de seus familiares pode depender disto.

Ferramentas:
a   a   a
Fonte
Adicionar bookmark desta página no:
  • Ajuda
    Atualmente você não está logado.
    Cadastre-se
    Esqueci a senha
    Customizar cores
    Customizar módulos
  • Chat Home Toca uma Músicas tocadas
Sobre a Empresa | Política de Privacidade | Contato Comercial | Fale Conosco | Trabalhe Conosco Radio in Box